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sábado, 28 de novembro de 2015


Crianças do Projeto Eu sou mais um recebendo autografo de Maria J Fortuna


O livro se chama O pardalzinho Desconfiado
Foi uma enorme alegria!


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Presentes de Natal


Meus amigos leitores de Artes e artes,

                    O Natal está ai novamente. Então pensei em apresentar meus produtos literários infanto-juvenis, em mais uma celebração do aniversário de Jesus. Eles podem se transformar em presentes nesse dia maravilhoso! 
                   Escolhi o texto do escritor e amigo Mhario Lincoln, que diz melhor do que eu sobre os mesmos, para reapresentá-los a vocês. 




                              A SEMENTINHA QUE NÃO QUERIA BROTAR é outro clássico infantil de Maria J. Fortuna. No fundo é um grito ecológico de larga escala. Um livro grandioso com uma mensagem grandiosa, principalmente no diálogo entre o menino Nonô, livre, e uma sementinha que tinha medo de brotar por ter escutado sobre as barbaridades feitas pelo homem com relação à natureza: queimadas, desmatamentos etc.

                               É um diálogo grandioso, eloquente, escrito de forma suave, como se o texto tivesse asas para sobrevoar o imaginário etéreo de um mundo futuro. Acho que até este livro, nenhum autor (pelo menos aqueles que já li na literatura infantil) enfatizou com tanta acuidade interpretativa um tema de tão difícil entendimento.
                    
                 Quase vou às lágrimas nos parágrafos finais (não vou contar, claro) quando Nonô reencontra aquela sementinha que não queria brotar, e ambos, praticam um diálogo fascinante, Digno dos grandes clássicos de nossa literatura nacional e internacional.

                  Portanto, conterrânea e amiga, receba o meu abraço carinhoso e meu muito obrigado por escrever livros tão reais e tão comoventes, todos, indeléveis. Com eles, ainda embalarei a consciência de meus netos futuros. O mais velho (e único, até agora,) está entrando nos 13 anos, a idade da pré-adolescência. Aguenta vovô!










                    Maria de Jesus Fortuna Lima, seu nome de batismo, escreveu também "O anjinho que qeria ser gente", uma fábula linda que retrata a consciência humana de forma esplendorosa.

                    Faço minhas as belas palavras de Gislaine d'Assumpção, ao apresentar a obra: "Quando a humanidade tomar consciência de que a Morte não existe como fim, que é apenas uma passagem para outras dimensões da realidade, o mundo será diferente. 'O Anjinho que queria ser Gente' vem preencher essa lacuna existente na literatura infantil, que tem muito pouca coisa publicada sobre o tema".
Gislaine tem razão. Na literatura infantil, esse assunto encontra-se abordado de maneira incipiente. Alguns estudiosos chegam a destacar a ausência do tema morte na literatura infantil brasileira.

                    Porém esse livro de Fortuna preenche esse vácuo. E me lembrou a lápide de minha irmã primeira, falecida ainda bebê: "Era do Céu... e para lá voltou...".

                Li com grande emoção no peito, e comparando o texto às histórias que minha mãe me contava sobre essa minha primeira irmã (anjinho de cabelinhos negros e encaracolados").
Grato Maria J Fortuna.





O Pardalzinho Desconfiado, é uma parábola sobre a desconfiança humana. Coloca o leitor diante do fenômeno da mistificação. O personagem se vê às voltas com um belo pássaro mentiroso que se diz Deus da floresta. Em nossa selva urbana, existem muito desses "pássaros" mistificadores. Daí a idéia de escrever sobre este novo tema.


Os três livrinhos podem ser pedidos pelo e-mail mjflima85@gmail.com . 
O primeiro custa R$ 30,00 e os outros dois R$ 20,00.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O Mosaico afetivo de Rose Dubois


Maria J Fortuna

Todo mundo tem dentro de si retalhos, cacos e mosaicos. A vida é aquele quebra cabeça onde a gente fica catando as peças para ver se encaixam nesta ou naquela situação. Li vários autores que se remetem ao mundo das peças inteiras ou quebradas, coloridas ou opacas, de duas cores, três ou mais. Não tem peça totalmente negra ou branca. A gente nasce, e logo mergulha nas cores da vida. Neste composto onde há ou não inteiração entre as peças, está nosso passado afetivo. Para lembrar-nos dos que descansam ou se agitam em nossa memória há um lugar em que as peças se harmonizam... Este espaço onde o vinho do afeto transborda é nosso coração.



Cadência Feminina




Rose Dubois mergulhou em suas lembranças... Ela, Lydia Podoroslski, é memoria viva em seus dias.   Testemunhou afetivamente significativos episódios da trajetória dessa querida dama musical que lhe imprimiu na alma nuances da expressão de sua existência na arte e na vida. Foi assim que, cercada por objetos que a mesma deixou neste mundo, ainda nosso, quando tomou o rumo do desconhecido, que Rose pensou em homenageá-la. Entre reconhecimento e gratidão o afeto.



                                                                          Vocalise


 Pelo fato daquela sua mestra regente e professora de canto ter partido, não houve corte na linha luminosa do afeto que prende uma à outra. Estão definitivamente ligadas pela trajetória da música, das artes.  Uma aqui e outra lá. Mas Rose nos convida à poética viagem a sua bela Exposição que nos fez sentir a mágica presença da homenageada!



                                                                                 Saudades de você


O que mais me encantou foi o tratamento que esta artista visual,  dispensou a cada objeto. Através deles a gente sente o desembrulhar dos momentos que Lydia Podoroslski viveu entre nós, sem que tivéssemos o privilégio de tê-la conhecido pessoalmente, como aconteceu a ela, Rose.
Ao mesmo tempo, a Exposição nos leva a refletir em quantas pessoas significativas  passam pelas galerias ocultas de nossas vidas e permanecem impressas no mural  da memória de todos nós,  e que gostaríamos de homenagear. A atmosfera da Exposição traz estes afetos que estão pendurados, para sempre,  no varal do coração.



                                                               Afetos suspensos


Alguma coisa como poesia se espalha pelo ar na sala da Exposição na UERJ. Colares, pulseiras, broches, partituras, leques, fotos, e outras coisas mais, tudo recolhido do que foi deixado para trás, quando Lydia partiu. Uma vida dedicada á arte. “Um mosaico impregnado de história, é o que ofereço ao expectador, com a cumplicidade e a intimidade de quem compartilha um diário”, foi o que disse nossa artista visual de especial sensibilidade afetiva Rose Dubois. 



Mosaico de Afetos

Uma beleza de Exposição que chega tão perto do coração da gente...
Espero que Rose traga novamente toda essa beleza para as pessoas que, por um motivo ou outro,  deixaram de comparecer a mesma.



Nota: Uma pena! Só consegui escrever sobre Mosaico de Afetos, quando a Exposição já não está mais lá. Foi de 10.10 a 07.11.2015. na Galeria Gustavo Schnoor - Centro Cultural da UERJ. Mas tenho fé que Rose volte a expor em alguma das salas do circuito cultural da cidade.









segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Dica da Semana

Um encanto de filme! 
Na Locadora mais próxima:



PONETTE é considerado um dos filmes mais sensíveis da década de 1990 por revelar, com extrema profundidade, os reflexos da morte na vida de uma criança de pouca idade, ainda incapaz de compreender tal situação. A direção do elenco de crianças, de tão perfeita, ainda hoje é motivo de comentários e especulações. A pequena Victoire Thivisol, que interpreta Ponette no filme, ganhou, com apenas cinco anos de idade, o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza, causando certa polêmica, surpreendendo o público e alimentando ainda mais a enigmática atmosfera que gira em torno das atuações do elenco infantil e da direção precisa de Jacques Doillon.
De acordo com Álvaro Martins, do site português Portal Cinema, “PONETTE é um filme belo, emocionante e extremamente simples. Aqui não há grandes enredos, traições e paixões. PONETTE trata da morte, da dor e do amor. PONETTE é arte em cinema”. Duração: 93 minClassificação etária do programa: 12 Anos.


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Sou alguem preocupado em crescer.

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