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segunda-feira, 17 de agosto de 2009


Maria J Fortuna

Puxa, como necessitamos de um espaço só nosso, onde nos sintamos profundamente identificados com cada objeto ali posto que, por sua vez, tenha um significado especial para que possamos descansar quando corpo e mente suplicam. Principalmente depois dos noticiários da TV ou do estresse do trânsito ou coisa parecida. Tudo que queremos é fechar a porta do quarto, respirar fundo e tomar um bom banho. Depois é só desfrutar do sos - sego, quietude, paz, que um espaço bem arrumado nos traz... Uffa!
Aqui estão algumas dicas, que criei para mim mesma e que podem ajudar na aninha-ação do seu quarto.
Começando por uma cama bem fofinha, com cobertas de cores claras, entre paredes pintadas na cor predileta. Aquela que acalma, relaxa, deixa escapar serenidade e permite um sono tranquilo. Em casa de produtos naturais a gente pode adquirir aqueles travesseiros recheirado de ervas discretamente perfumadas. Comprei uma manta azul claro para me cobrir nas noites mais frias. Que maravilha! Como ficou mais fácil o aconchego para o sono! Ainda mais quando olorisa com aquele perfume suave da sua flor predileta. No meu caso, alfazema, lavanda ou angélica.
Escrevo sobre o quarto porque, de repente, a casa pode não ser sua, mas o quarto deve ser inteiramente seu. Porque é o lugar onde você se encontra com sua alma, reconhece seus medos, afugenta fantasmas e vagueia por lembranças...
A boa iluminação é importante! A luz aconchegante que propicia a meditação, oração ou simples reflexão, descansa os olhos e permite o saborear de uma boa leitura, sem agredir a vista. Favorece se a gente instala aquele sistema que permite aumentar e diminuir a luz ao toque de um simples botão na parede. Daí penumbra ou claridade, no exercício do claro-escuro, harmoniza as teclas da alma e dá aquela sensação gostosa de que eu posso graduar a luz de que preciso.
Almofadas são indispensáveis, jogadas num chão carpetado ou em cima da cama, para que amparem o corpo nos momentos de curtição ou de aborrecimento. Bom ter almofadões e almofadinhas, que são sempre alegres, principalmente as indianas.
Outra coisa boa são vasinhos para receber flores naturais que não tragam cheio forte. Dizem que os espíritos que habitam nosso espaço , adoram esta presença, vinda da Mãe Natureza repletos de cores que, por mais que a gente queira, não tem como reproduzir.
Acompanhar o crescimento de uma planta também é muito agradável. Melhor ainda se ela estiver em nossa janela para nos dar bom dia.
Pequenas estatuetas alegres, também nos passam sensação de coisas positivas. Eu tenho uma dezena de anjinhos simpáticos, brincalhões, com jeito de criança.
Um pequeno tapete para receber os pés pela manhã, e uma indispensável poltroninha para ler, bordar, fazer tricô ou crochê, um trabalho manual que você aprecie. Não podemos nos esquecer da mesinha de cabeceira prática e faceira, onde um copo de água fresca esteja, ali em cima, todas as manhãs, e onde possa colocar alguma outra coisa de real necessidade. Tipo um bloquinho de anotações para escrever seus sonhos ou um endereço ou recado de emergência.
Um quadro de recados na parede, onde você pode colar retrato de pessoas queridas ou viagens que você fez ao longo de sua vida e quer relembrar com prazer. E algum outro que traga sempre alegria, é muito positivo também. Nada de pinturas dramáticas nas paredes!
A escrivaninha é importantíssima! Ali você estuda, escreve, faz anotações importantes e guarda nas gavetas coisas pessoais. Próximo a ela, uma fontezinha, dessas que a gente sempre vê no mercado de produtos naturais. O barulho da água acalma e refresca, ainda mais nos meses em que a umidade do ar está baixa.
Nada de televisão, computador, celular, no quarto de dormir. Estes artefatos emanam irradiação mesmo desligados e podem prejudicar o repouso e a boa qualidade de sono,
Para os românticos, cortinas esvoaçantes, que podem ser da cor que combine com o ambiente, para trazer mais harmonia para dentro, ou branquinhas, de renda, para receber o vento com seu sopro insubstituível! Já viram como é bonita a sombra de uma cortina rendada na parede?
A presença do som é tão importante quanto a do silêncio. Ouvir música gostosa, conforme o horário é tudo de bom.
Pois é está aí, pronto, nosso ninho, que pode ser compartilhado se o outro se sentir tão bem quanto você, é claro. Bom descanso!

2 comentários:

eunice disse...

cho que é coisa de pisciana ....adoro ter um espaço só meu.
Um espaço para reflexão da alma.
Construi um espaço que chamo "Centro de Luz: Casa de Lótus". Não é um espaço só físico, onde estabeleço um espaço emocional com minha alma.
Lá eu estudo leio, faço orações, medito. É legal, no sentido primeiro da palavra - é uma ação legalizada pelo stress que vivo e pela necessidade de todo ser humano tem de se retirar do mundo coletivo para paradas individuais.

Tathy disse...

Adorei o post, realmente nem sempre temos uma casa só nossa, mas nosso quarto ou qualquer cantinho elegido tem que ter a nossa cara. bjs

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